terça-feira, 15 de maio de 2012

Liturgia Diária

Primeira leitura (Atos dos Apóstolos 16,22-34)
Salmo (Salmos 137)
Evangelho (João 16,5-11)
 
 

Evangelho (João 16,5-11)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 5“Agora, parto para aquele que me enviou, e nenhum de vós me pergunta: ‘Para onde vais?’ 6Mas, porque vos disse isto, a tristeza encheu os vossos corações. 7No entanto, eu vos digo a verdade: É bom para vós que eu parta; se eu não for, não virá até vós o Defensor; mas, se eu me for, eu vo-lo mandarei. 8E quando vier, ele demonstrará ao mundo em que consistem o pecado, a justiça e o julgamento: 9o pecado, porque não acreditaram em mim; 10a justiça, porque vou para o Pai, de modo que não mais me vereis; 11e o julgamento, porque o chefe deste mundo já está condenado”.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor. 
 

Comentário do Evangelho

A nova forma de presença de Jesus

Tendo já anunciado o envio do Espírito (Jo 15,26), Jesus esclarece seus discípulos com mais detalhes. João é o único evangelista a referir-se ao Espírito com um termo (paráklêtos) que tem um amplo sentido, englobando as várias traduções adotadas (Defensor, Consolador, Advogado, etc.).
Jesus fala em sua partida, o que causa tristeza nos corações dos discípulos. Sentir-se-ão sós, em um mundo de conflitos. A partida de Jesus é o fecho de sua vida que foi plenitude de dom de amor aos discípulos e ao mundo. O amadurecimento da compreensão da vida de Jesus exige tempo. Na ausência de Jesus é o Espírito de Verdade e de Amor que os iluminará neste amadurecimento e os fortalecerá na perseverança no seguimento de Jesus. Pelo Espírito, os discípulos encontram a nova forma de presença de Jesus.
O Espírito fará os discípulos verem que os valores oferecidos pelo mundo levam ao pecado da rejeição a Jesus. Verão também que o anúncio da justiça feito por Jesus foi coroado com sua ida para o Pai, e que a estrutura opressora do mundo e seu chefe estão condenados.

José Raimundo Oliva
 
 
 
 

Errata – Paróquia de Santana – Reunião dia 16 de maio.


Nesta quarta-feira 16/05 logo após o Terço dos Homens realizar-se-á na Matriz de Santana reunião com todos os interessados em participar da organização e demais atribuições referentes a festa de Santana 2012.

Todas as pastorais e grupos da Matriz estão convidados a se fazer presente.

FONTE SITE DO CARAMURU

terça-feira, 1 de maio de 2012

Liturgia Diária


Primeira leitura (Gênesis 1,26–2,3)
Salmo (Salmos 89)
Evangelho (Mateus 13,54-58)

Evangelho (Mateus 13,54-58)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 54dirigindo-se para a sua terra, Jesus ensinava na sinagoga, de modo que ficavam admirados. E diziam: “De onde lhe vem essa sabedoria e esses milagres? 55Não é ele o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? 56E suas irmãs não moram conosco? Então, de onde lhe vem tudo isso?” 57E ficaram escandalizados por causa dele. Jesus, porém, disse: “Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!” 58E Jesus não fez ali muitos milagres, porque eles não tinham fé.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor. 
 

Comentário do Evangelho

Jesus transforma as pessoas pelo amor

A "própria cidade" de Jesus é Nazaré. É uma vila da Galileia nunca mencionada no Primeiro Testamento. Não se pode, também, localizá-la com precisão. Admite-se que seja o lugar de um antigo vilarejo denominado En-Nazira. Contudo, pode-se perceber que "sua própria cidade" é um lugar periférico e insignificante diante dos grandes centros, como Jerusalém, capital da Judeia. Nota-se isto na observação de Natanael, no evangelho de João (Jo 1,45-46): "De Nazaré pode sair algo de bom?".
Enquanto o evangelho de Lucas identifica Jesus com "o filho de José", Mateus o identifica com "o filho do carpinteiro". A mãe, os irmãos e as irmãs são mencionados, com a observação de que todos participam da humilde comunidade. A conclusão é que, com uma origem humilde, Jesus não pode ser o messias poderoso esperado. Jesus, todavia, afirma-se como um profeta, e não como o messias. A tradicional e consolidada expectativa de mudança pela conquista e pelo exercício do poder distancia-se da ação libertadora de Jesus, que transforma as pessoas e a sociedade pelo amor.


José Raimundo Oliva
 

segunda-feira, 19 de março de 2012

Liturgia Diária

Primeira leitura (2º Samuel 7,4-5a.12-14a.16)
Segunda leitura (Romanos 4,13.16-18.22)
Salmo (Salmos 88)
Evangelho (Mateus 1,16.18-21.24a)

Evangelho (Mateus 1,16.18-21.24a)

vangelho (Mateus 1,16.18-21.24a)

 
 
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

16Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo. 18A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. 19José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria em segredo. 20Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. 21Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”. 24aQuando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!

OU (Escolhe-se um dos evangelhos)

Evangelho (Lc 2,41-51a)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

41Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, para a festa da Páscoa. 42Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume. 43Passados os dias da Páscoa, começaram a viagem de volta, mas o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem. 44Pensando que ele estivesse na caravana, caminharam um dia inteiro. Depois começaram a procurá-lo entre os parentes e conhecidos. 45Não o tendo encontrado, voltaram para Jerusalém à sua procura. 46Três dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo perguntas. 47Todos os que ouviam o menino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas. 48Ao vê-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mãe lhe disse: “Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estávamos, angustiados, à tua procura”.
49Jesus respondeu: “Por que me procuráveis? Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai?” 50Eles, porém, não compreenderam as Palavras que lhes dissera. 51aJesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor. 
 

Comentário do Evangelho

Anúncio a José

Enquanto no evangelho de Lucas o anúncio do anjo é feito a Maria, no evangelho de Mateus este anúncio é feito a José. A narrativa de Mateus, com caráter teológico, se fosse interpretada historicamente, levaria à tristeza ao pensar-se nas dúvidas e sofrimentos de José.
José, de estirpe davídica conforme a genealogia, tinha Maria em promessa de casamento. Dela, que está fora da genealogia, nascerá Jesus, virginalmente. José, um justo, representa os judeus sinceros. Maria representa a novidade de Jesus nas comunidades cristãs. Porém, o novo que surge escapa à compreensão de José. Para não denunciá-la, resolve romper o vínculo que os unia. Contudo, iluminado pelo anjo, percebe que se trata de obra de Deus e resolve acolhê-la. A mensagem teológica de Mateus é que os judeus devem aceitar as novas comunidades cristãs, vendo nelas a obra de Deus.


José Raimundo Oliva

quinta-feira, 15 de março de 2012

 

Frase do Dia

Liturgia Diária

Primeira leitura (Deuteronômio 4,1.5-9)
Salmo (Salmos 147)
Evangelho (Mateus 5,17-19)

Evangelho (Mateus 5,17-19)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 17“Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas”. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. 18Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da lei, sem que tudo se cumpra.
19Portanto, quem desobedecer a um só desses mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

A novidade do Reino

Após a proclamação das bem-aventuranças, Mateus, no Sermão da Montanha, apresenta o ensinamento de Jesus sobre a novidade do Reino dos Céus. O ingresso no Reino implica novas práticas que superam as tradições que refletem puros interesses humanos, tanto gentílicas como judaicas.
Neste texto de hoje, Mateus relaciona a Lei e os Profetas com os mandamentos das Bem-aventuranças. Dessa maneira ele prepara as seis contraposições entre a Lei e o Reino dos Céus, que virão a seguir, introduzidas por: "Ouvistes o que foi dito aos antigos... eu, porém, vos digo". Com sua redação, Mateus procura mostrar às suas comunidades originárias do judaísmo que suas esperanças estão se realizando na novidade do Reino dos Céus. Jesus vem para cumprir a Lei e os profetas. Contudo, este cumprimento se dá por uma conversão radical às novas práticas das bem-aventuranças proclamadas por Jesus. Estas são os novos mandamentos a serem vivenciados na humildade e no amor. A prática e o ensinamento destes mandamentos correspondem à nova justiça, muito superior do que a dos escribas e fariseus, e significam a entrada no Reino dos Céus.


José Rasimundo Oliva

quarta-feira, 14 de março de 2012


Liturgia Diária

Primeira leitura (Deuteronômio 4,1.5-9)
Salmo (Salmos 147)
Evangelho (Mateus 5,17-19)

Evangelho (Mateus 5,17-19)



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 17“Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas”. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. 18Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da lei, sem que tudo se cumpra.
19Portanto, quem desobedecer a um só desses mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

 

Comentário do Evangelho

A novidade do Reino

Após a proclamação das bem-aventuranças, Mateus, no Sermão da Montanha, apresenta o ensinamento de Jesus sobre a novidade do Reino dos Céus. O ingresso no Reino implica novas práticas que superam as tradições que refletem puros interesses humanos, tanto gentílicas como judaicas.
Neste texto de hoje, Mateus relaciona a Lei e os Profetas com os mandamentos das Bem-aventuranças. Dessa maneira ele prepara as seis contraposições entre a Lei e o Reino dos Céus, que virão a seguir, introduzidas por: "Ouvistes o que foi dito aos antigos... eu, porém, vos digo". Com sua redação, Mateus procura mostrar às suas comunidades originárias do judaísmo que suas esperanças estão se realizando na novidade do Reino dos Céus. Jesus vem para cumprir a Lei e os profetas. Contudo, este cumprimento se dá por uma conversão radical às novas práticas das bem-aventuranças proclamadas por Jesus. Estas são os novos mandamentos a serem vivenciados na humildade e no amor. A prática e o ensinamento destes mandamentos correspondem à nova justiça, muito superior do que a dos escribas e fariseus, e significam a entrada no Reino dos Céus.


José Rasimundo Oliva